sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Frações & Música

Muitos reconhecem a matemática na música, mas acreditam que essa, só se faz presente na contagem do tempo.
No vídeo apresentado na penúltima postagem, podemos entender melhor a relação da matemática com a música e de como Pitágoras elucida esse conhecimento demonstrando a frequência das oitavas.
Podemos notar que uma corda tem um som, essa corda dividida ao meio, produz outro som e assim, o terço dessa corda produz outro e assim por diante! Ele nos mostra em frações como atingir diferentes frequências!!!!


Pitágoras é o cara, ou não é??? :D

Curiosidade Musical

Ei, você! Você sabe como o nome das notas surgiram? Guido
D’Arezzo, um monge italiano que viveu no século XI, utilizou sílabas iniciais de cada verso do Hino à São João Batista.

Vamos conhecer as sílabas que inspiraram as notas criadas por D'Arezzo no quadro abaixo. ;)


Em 1693, o nome ut, que era difícil de pronunciar no solfejo - leitura ou entonação dos nomes das notas em uma peça musical -, foi substituído por dó, entretanto em alguns países como a França, a primeira nota da escala continua a se chamar "ut".

Interessante, não? A Música sempre nos surpreendendo e nos envolvendo!

Até o próximo post :)

sábado, 3 de setembro de 2011

Música e Matemática - Pitágoras

Vocês sabiam que os teóricos da música com frequência usam a matemática para entender a estrutura musical e comunicar novas maneiras de ouvir música? Sim, sim e isto levou a aplicações musicais da teoria dos conjuntos, álgebra abstrata e teoria dos números. Os estudiosos da música também usaram a matemática para entender as escalas musicais, e alguns compositores incorporaram a proporção áurea e o número de Fibonacci em seu trabalho e também a relação entre a Trigonometria e Música, pois as vibrações das cordas estão diretamente associadas às Funções Trigonométricas.

Começaremos então com Pitágoras.
Vamos nos arriscar a adentrar em seu mundo e entender a partir dos seus conhecimentos de matemática, música e astronomia, consideradas como a base de todas as artes e ciências, principalmente a sua influência na música.
Mas antes de aprofundarmos um pouco mais, vamos nos animar e aprender com o vídeo extraído do filme: Donald no país da Matemática (matemágica) de Walt Disney.



Divirtam-se.
Até o próximo post. o/

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Música e Matemática - A relação harmoniosa entre sons e números

Welcome, again!!!

Continuemos nossa viagem musical e agora com uma pitada, duas pitadas, três pitadas, N pitadas da nossa querida matemática e sua importância na música, desde a sua concepção mais fundamental do que é "som musical" e do que é "ritmo".



Há um artigo muito interessante de Miguel Ratton, disponível em seu site http://www.musicaeadoracao.com.br, sobre a relação entre sons e números e ele nos explica o seguinte:

"Na sua definição mais simples, Música é "ritmo e som". Ou seja, é uma combinação de sons executados em determinada cadência. A importância da Matemática na Música está presente desde a concepção mais fundamental do que é "som musical" e do que é "ritmo".

Os sons com os quais podemos criar nossas músicas constituem o que chamamos de "escala musical". Eles são definidos a partir de relações matemáticas muito precisas e, quando combinados de determinadas maneiras, podem produzir resultados agradáveis aos nossos ouvidos. Essas relações matemáticas, junto com as características intrínsecas das vibrações sonoras, são a base para a "harmonia" na superposição dos sons musicais.

Por outro lado, a maneira como encadeamos os sons em nossas músicas também segue regras com fundamentos matemáticos. Todos os tipos de "ritmos" que podemos conceber musicalmente obedecem a algum tipo de divisão fracionária, cuja característica sempre está vinculada a um determinado gênero artístico ou a um tipo de cultura. " Conhecer essas influências matemáticas é, antes de tudo, conhecer a essência da própria Música.
"

Bom, com essa bela introdução, entendemos um pouco mais sobre o universo fantástico por qual permea a música e a matemática.
E não é que os dois se dão muito bem? :)

Nos vemos em breve
Até logo :)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Le petit...

Eu não tenho necessidade de ti e tu não tens necessidade de mim. Mas se tu me cativas, teremos necessidade um do outro. Serás para mim, único no mundo. E eu serei para ti, única no mundo.

sábado, 28 de novembro de 2009

Minhas crianças...





Minhas crianças, por que é que não aprendem canções? Elas são capazes de vos dar encorajamento e estímulo; elas podem ensinar-vos a observar e a preservar as coisas; elas podem ensinar-vos a associar, a compreender com profundidade; elas são capazes de apagar a nossa raiva; elas ensinam-vos a ouvir o vosso pai, que conhece todas as regras que regem a vossa longa caminhada. elas ensinam-vos os nomes dos pássaros, dos animais, das árvores.

Confúcio.

CEFAR Cultura, Educação. Desenvolvimento Artístico em foco.


O CEFAR é uma instituição focada para o desenvolvimento artístico e com uma proposta pedagógica séria e inovadora, além de ter sido criada em um espaço cedido pelo Palácio das Artes, onde os alunos podem conviver em um ambiente cultural voltado ao estímulo de sua criatividade e talento.

O CEFAR - Centro de Formação Artística, fica na Avenida Afonso Pena 1.537, Centro, CEP: 30130-004 - Belo Horizonte - MG - Brasil - Tel: (31) 3236-7400




Criado oficialmente em 1986 pela Fundação Clóvis Salgado, o Centro de Formação Artística – CEFAR tem como foco principal a capacitação técnica e artística, aliada a noções de ética, de profissionais nas áreas de teatro, música e dança.
O CEFAR integra a Diretoria de Ensino e Extensão da Fundação Clóvis Salgado, entidade pública de direito privado, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.
Além de construir referencial crítico para o desenvolvimento artístico, o CEFAR investe no padrão de qualidade do ensino e na formação de recursos humanos promovendo, dessa forma, a articulação entre cultura e pessoas. Assim, o resultado desse binômio é o artista versátil capaz de atuar em diversos seguimentos da arte.
O Centro de Formação Artística oferece, ainda, oficinas e cursos livres destinados à capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e atualização de profissionais da cultura. Os alunos têm o privilégio de aliar o aprendizado acadêmico à convivência no ambiente cultural do Palácio das Artes, somando ao estudo um universo de estímulo constante à sensibilidade, criatividade e talento.

OBJETIVOS
• Proporcionar habilitação profissional a jovens e adultos, para exercerem atividades profissionais na área artística, de forma competente.
• Desenvolver o pensamento crítico, analítico e o senso estético para uma atuação na comunidade, como agente cultural transformador de seu meio.
• Aperfeiçoar e atualizar os profissionais da área artística em seus conhecimentos e habilidades.
O Departamento de Teatro forma atores profissionais, oferece cursos básicos para adolescentes e teatro para educadores.
O Departamento de Música forma instrumentistas, cantores e regentes corais.
O Departamento de Dança oferece formação básica e profissionalizante em dança clássica e contemporânea.
O CEFAR oferece, ainda, cursos de Extensão e oficinas nas áreas de Dança, Música, Teatro e Gestão Cultural, aperfeiçoando o desempenho de seus alunos e qualificando artistas e gestores culturais em geral.

O resultado dessa proposta pedagógica se evidencia pelo número expressivo de artistas formados pelo CEFAR e que hoje atuam na área teatral, companhias e grupos de dança, orquestras sinfônicas, bandas, grupos de câmara de música erudita e/ou popular, e são convidados para trabalhos no cinema e na TV em todo o país, inclusive no exterior.

Fonte: http://www.fcs.mg.gov.br/conteudos/default.aspx?IdCanal=15



PARA SER FELIZ





Quão pouco é preciso para ser feliz!
O som de uma gaita. - Sem música a vida seria um erro.
Nietzsche

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Palavra Cantada


Apresentação do consagrado grupo de música infantil Palavra Cantada no seminário "Música nas Escolas", organizado pela revista Carta na Escola em parceria com a Associação Brasileira de Música.


É muito, muito bacana. Enjoy ;)




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Escola de Rock



Alguém se lembra do gordinho charmoso Jack Black em sua atuação cômica em Escola de Rock??

Pois é, como eu sou muito chata, resolvi tirar algo de importante e sério e enfim, pedagogicamente falando, o filme nos passa em sua essência, o que temos visto por vários e vários anos, a necessidade de mudança!

Nesse filminho bobo e genial, notamos que o "leigo" e falso professor, Finn, papel de Jack, inicia sem saber, um importantíssimo método de ensino conhecido como Pedagogia de Projetos e tal método consiste na valorização dos alunos e contribui para a participação ativa desses alunos no processo ensino-aprendizagem.

Estão lembrados dos quatro pilares da educação, coordenada por Jacques Delors?
Tá bom, vai... Eu vou relembrar.
São eles:
1) Aprender a conhecer
2) Aprender a fazer
3) Aprender a viver junto/conviver
4) Aprender a ser



Essa tal Pedagogia de Projetos desenvolve nos alunos a habilidade de aprender a aprender.
Bonito, não? *.*
O que precisamos é de seres pensantes, indivíduos ativos, reflexivos e atuantes, não é?
Bom, não sei você mas EU preciso e quero contribuir e ajudar na formação dos meus pequenos.
O processo é árduo, mas a gente chega lá. ;)
Voltando ao nosso filme...
Todos temos uma noção de Currículo, sim? Podemos notar uma atitude rebelde do nosso querido professor Dewey, ao conversar com um dos professores da conceituada escola Horace Green, sobre o método de avaliação e Dewey cita a letra de uma música: "Vamos deixar o riso das crianças lembrar-nos de como costumávamos ser"
Nota-se a postura crítica e explícita ao sistema de avaliação pilar do ensino tradicional
Bom, daí em diante, sabemos que Dewey burla todas as regras da Tradicional Escola Horace Green e acaba não cumprindo o seu programa curricular.

Go assistir?? Vale a pena ver de novo, hein??
Recomendo. =)
 

 
                                                                                                 

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Esclarecer e Crescer


Algumas perguntinhas básicas que ajudarão a esclarecer um pouco mais sobre a nova lei e na aplicação da mesma nas escolas.

1. Todas as séries da Educação Básica terão aulas de Música ?

A lei diz que o Ensino de Música será obrigatório na Educação Básica (que engloba Educação infantil e o Ensino Fundamental), mas não especifica se todas as séries terão a música incluída em sua grade curricular. Isso será definido até 2011 com os sistemas de ensino estaduais e municipais, assim como a quantidade de aulas por semana. Diz Clélia Craveiro.


2. Quais os objetivos do ensino de Música?

"A música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação, e auxilia o desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos", explica Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM) e diretora dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu em Música e Educação Musical da FMCG (Faculdade de Música Carlos Gomes). O trabalho com música desenvolve as habilidades físico-cinestésica, espacial, lógico-matemática, verbal e musical. "Ao entrar em contato com a música, zonas importantes do corpo físico e psíquico são acionadas - os sentidos, as emoções e as própria mente. Por meio da música, a criança, expressa emoções que não consegue expressar com palavras", completa.



3. O que será ensinado às crianças?

Se o Ensino de Música não será como antigamente, quando se aprendia as notas musicais e canto orfeônico, o que as crianças irão aprender nas aulas?
O MEC recomenda que, além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra, os alunos aprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para, assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.
Segundo Clélia Craveiro, a lei não especifica conteúdos, portanto as escolas terão autonomia para decidir o que será trabalhado. "É muito complicado impor um conteúdo programático obrigatório para as aulas de Música, quando a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) nº 9294/96 privilegia a flexibilidade do ensino", diz Sonia Albano, para quem o mais importante seria trabalhar a coordenação motora, o senso rítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimento corporal, a percepção, a notação musical sob bases sensibilizadoras, além de um repertório que atinja os universos erudito, folclórico e popular.

4. Quem ministrará as aulas de Música?

Segundo Clélia Craveiro, do Conselho Nacional de Educação, as aulas serão ministradas por professores especialistas em Música, ou seja, que tenham licenciatura. A formação em Música é defendida por profissionais da área, que a julgam imprescindível. "Se um professor de Língua Estrangeira não pode lecionar Matemática, um Ensino Musical de qualidade não pode ser ministrado por um professor que não tenha conhecimento na área musical. Trabalhar com um profissional não habilitado propicia um ensino superficial e perigoso, pois o professor não terá condições de avaliar os prejuízos que poderá provocar ao indivíduo e nem terá capacidade para aplicar esse conhecimento de maneira eficaz", alerta Sonia Albano. Lisiane Bassi, coordenadora do programa de Educação Musical de Franca, cidade do interior de São Paulo que é referência no Ensino Musical, concorda. "O professor de sala pode e deve usar a música em suas aulas, mas não tem condição de dar aula de Música", diz.

5. Como as escolas devem se preparar?

As escolas terão até agosto de 2011 para se adaptar à nova lei, ou seja, para incluir o ensino de Música em sua grade curricular, comprar materiais (instrumentos musicais, CDs etc.) e verificar se possuem professores capazes de ministrar as aulas de Música, pois nem todos possuem docentes de todas as áreas. Se não tiverem, deverão contratá-los.
Quanto aos materiais, a coordenadora musical Lisiane Bassi acredita ser possível realizar Educação Musical sem grandes investimentos. "Hoje, felizmente, temos o apoio da prefeitura de Franca e dispomos de bons instrumentos musicais, mas começamos com instrumentos feitos pelos próprios alunos com sucata. Podemos fazer música com um lápis e uma borracha e até com o corpo. A musicalidade está dentro da pessoa", ela diz.

6. Contratar profissionais capacitados ou capacitar?

Para Lisiane Bassi, para encarar uma sala de aula e ministrar um Ensino Musical de qualidade não basta ser músico, é preciso ter didática, e para isso servem os cursos de capacitação. "Há muitos profissionais formados em Música, mas que não têm didática. E, geralmente, eles saem da faculdade com formação específica em apenas um instrumento e com o objetivo de serem professores particulares de música, ou seja, terem apenas um aluno por vez", diz Lisiane Bassi.

7. Como formar o profissional de pedagogia para o ensino de música?

Apesar de o Ensino Musical exigir um professor especialista (técnico ou licenciado em Música), Sonia Albano e Lisiane Bassi acreditam que seria de grande valia que as faculdades de Pedagogia contemplassem a disciplina Música, ensinando, por exemplo, como usar a música em sala de aula, além de explicar o que é a Educação Musical e como ela pode ser parceira no ensino-aprendizagem, pois segundo Lisiane "há falta de conhecimento de alguns professores, que acham que aula de Música é só cantar, é brincadeira".

8. Como estabelecer o tipo de formação musical que será oferecida aos alunos?

Segundo Clélia Craveiro, do CNE, as instituições de ensino possuem autonomia para definir o tipo de Educação Musical que irão implantar, assim como seu conteúdo, de acordo com seu projeto político-pedagógico. Para Sonia Albano, a modalidade de Ensino Musical que será adotada será o grande desafio que as escolas irão enfrentar. Será realizado um ensino musical tecnicista ou sensibilizador? Vai se priorizar a voz, a formação instrumental ou a formação estético-musical dos alunos? Segundo Sonia, estas são decisões fundamentais e que devem ser o ponto de partida para que a lei nº 11.769 seja cumprida.

9. Como a música pode ser introduzida no dia-a-dia escolar?

Há várias formas de se trabalhar a Música na escola, por exemplo, de forma lúdica e coletiva, utilizando jogos, brincadeiras de roda e confecção de instrumentos, como sugere Sonia Albano. "Dessa forma, a música é capaz de combater a agressividade infantil e os problemas de rejeição", justifica ela.
Nas escolas da rede municipal de Franca, onde o Projeto de Educação Musical já existe desde 1994 (ou seja, muito antes da lei nº 11.769 entrar em vigor), as crianças não só ouvem música, como a produzem, fazendo pequenos arranjos e tocando instrumentos como a flauta doce e alguns de percussão. Elas também vivenciam a música, por meio de trabalhos corporais que desenvolvem a atenção e a coordenação motora. "Não queremos formar músicos, mas desenvolver a criticidade para não aceitar tudo o que a mídia impõe, conhecer as raízes da música brasileira, despertar o gosto pela música, preservar nosso patrimônio musical e aumentar o repertório musical nacional e internacional", conta Lisiane Bassi.

10. O que pode ser feito para que a lei seja cumprida e o Ensino Musical tenha qualidade?

Para que as aulas de Música não virem "hora do recreio", é preciso que os pais fiquem de olho em quem irá ministrar essas aulas e se esse ensino será contínuo e com uma metodologia capaz de desenvolver a capacidade musical dos estudantes de forma gradual, sem truncamentos e interrupções. "Já nós, profissionais de música, precisamos trabalhar para instituir gradualmente um Ensino Musical de qualidade, com metas pedagógicas precisas e contínuas. Devemos cuidar para que essa nova lei tenha um destino melhor do que as outras", propõe Sonia Albano. Ela acredita também que as associações de classe, os coordenadores pedagógicos e professores da área devam trabalhar com responsabilidade junto ao MEC e às delegacias de ensino para a implantação de um ensino musical de qualidade. Lisiane Bassi, coordenadora do Ensino de Música de Franca, que é referência nacional, dá a fórmula: "Trabalho sério, equipe preocupada em estudar e antenada no que acontece no mundo, além do incentivo da prefeitura que investe no projeto".
Fonte: educarparacrescer.abril.com.br


Cultura, Arte, Música e Educação



Música na escola.
Escolas públicas e privadas de todo o Brasil têm até 2011 para incluir o ensino de Música em sua grade curricular. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deverá ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz Clélia Craveiro, presidente da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação).

A música não será necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela integrará o Ensino de Arte, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, Música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada Artes, que pode englobar ainda Artes Plásticas e Cênicas. Trabalharemos com uma equipe multidisciplinar e, nela, teremos um professor de Música. E cada escola terá autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico".
Texto: Cynthia Costa e Juliana Bernardino
Fonte: educarparacrescer.abril.com.br

Música na escola. Em todas as escolas?? Lei?? *.*


Vamos conhecer então, a lei que determinará a obrigatoriedade do ensino de Música em todas as escolas do país, muito provavelmente até 2011. uhuuuuu Será, Será, Será?

Acho que "obrigatoriedade" soa um pouco pesado tendo em vista que as escolas públicas do país são laicas e não seguem tão atentamente tal laicidade, que o ensino está de mal a pior, que falta papel higiênico, livros didáticos, disposição, competência, compromisso! Confere? ;)

Tô brincando, isso não foi sério... Não me batam.

PS: Eu como amante da música e da educação, estou ansiosa para conhecer o profissional que entrará no jogo e se encarregará de fazer com que tal ferramenta contribua para a formação do nosso futuro, as nossas crianças.


Let's go!


A arte e a Música


''Deixe o carácter ser formado pela poesia, fixado pelas leis do bom comportamento e aperfeiçoado pela música"

Confúcio.